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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Band define a data de estréia de "Perdidos na Tribo"


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A Band já está com sua grade de programação noturna praticamente montada. As estreias e novas temporadas chegam a partir do mesmo de março. O "Mulheres Ricas" deixa as segundas para a volta do "CQC" a partir do dia 12.
Às terças, o jornalístico "A Liga" retorna de férias com nova temporada. Nas quartas segue a dobradinha futebol e "Agora é Tarde", e às quintas o "Polícia 24H" bate ponto às 22h25, como de costume.
E o reality "Perdidos na Tribo" estreia na emissora e será exibido às sextas-feiras logo após o "Vídeo News".

sábado, 28 de janeiro de 2012

Fox Sports planeja lançar ramificações no Brasil


Fox Sports pode acusar Globosat de inibir a livre concorrência
Sem previsão de um acordo com as principais operadoras de TV paga do país, o Fox Sports tem planos audaciosos para o Brasil. Seguindo os passos do rival SporTV, o canal planeja, futuramente, lançar ramificações por aqui, tipo Fox Sports 2 e Fox Sports 3.
O modelo já é usado em alguns países em que o canal opera, passando a exibir jogos diferentes, do mesmo campeonato, no mesmo horário, igualmente ocorre com o SporTV, que no final do ano passado lançou o SporTV 3.
O Band Sports, canal do Grupo Bandeirantes, deve servir exatamente para isso. Inicialmente, o canal terá o nome mantido, mas com o tempo receberá uma nova nomenclatura. Embora neguem, é questão de tempo para a transação entre Fox e Band ser concluída. A venda do Band Sports está estimada em cerca de R$ 80 milhões.

Com raivinha, Rede Globo pode tirar eventos da Band caso a venda do Band Sports seja feita.


A guerra está apenas começando. Após o vazamento da compra do Band Sports pela Fox Sports - o que acabou gerando uma péssima repercussão nos bastidores, principalmente na Globo, a Band pode sofrer uma baixa importantíssima caso venha a concluir a venda do seu braço esportivo para o grupo do magnata Rupert Murdoch.
Embora ambas as partes neguem, a transação já é dada como certa. É apenas uma questão de tempo para o anúncio ser feito.
De acordo com a coluna "Ooops!", de Ricardo Feltrin, caso a venda da Band Sports venha a ser consumada, a Globo pode tirar o Campeonato Brasileiro, séries A e B, e todas os outros eventos esportivos que o canal da família Marinho repassou para a então sócia nos últimos tempos. O efeito, posto na ponta do lápis, seria catastrófico para o canal do Morumbi, levando em consideração que as maiores audiências da rede são provenientes do futebol.
Ano passado, a Globo chegou a acenar com a possibilidade de repassar os direitos para o SBT, o que gerou certa surpresa no mercado. Ao que tudo indica, o interesse da Fox no Band Sports vem de muito tempo, e a Globo ficou sabendo das conversas. Um acordo com o SBT, antes de tudo, seria uma forma de pressionar a Band.
A Fox Sports, que chega ao país dia 5 de fevereiro, traz consigo os direitos exclusivos da Libertadores, Copa Sul-Americana, além de um vasto acervo de eventos esportivos, e US$ 200 milhões para investir a curto prazo no Brasil. Com a proximidade do início dos trabalhos, apenas um acerto com as operadoras Oi TV e Telefônica/TVA é dado como certo. Net, Sky e Via Embratel, até aqui, não demonstraram está dispostas a um rápido entendimento. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Rede Bandeirantes começa o ano acertando com "Mulheres Ricas"


Albert Camus dizia que o absurdo não está nem no homem e nem no mundo, mas sim na relação do homem com o mundo. Citar o autor de o O mito de Sísifo em uma crítica para um programa onde quase nenhuma das participantes deve conhecê-lo é o melhor paradoxo que encontrei pra escrever sobre o que vimos na estréia de ontem à noite: o reality “Mulheres Ricas”, na Band. Talvez qualquer passagem dos livros de Narcisa Tamborindeguy fosse mais cabível aqui.
O néctar do reality foi um amontoado de cenas que causavam estranheza, um pouco de enjôo, vergonha alheia e muitas situações que beiravam o absurdo, mas que por via das dúvidas, resolvemos levar como humor. “Mulheres Ricas” provocou boas risadas. Afinal não é todo dia que temos a oportunidade de ver na televisão uma mulher loira e alta, muito rica, comprando um avião de R$ 30 milhões, como quem compra um pedaço de carne no açougue. Val Machiori deve ganhar logo o posto da mais odiada das participantes. Além de ser a mais forçada, a história de que saiu do nada para a fortuna não emplacou. O programa ainda conta com Brunete Fraccaroli, uma arquiteta deslumbrada que queria ter sido a boneca Barbie, a ex-semterra-playboy-fantasia Débora Rodrigues, e a empresária Lydia Sayeg, que sufoca a filha com seus caprichos. E lógico, toda a loucura carismática da figura Narcisa Tamborindeguy.
O reality é ótimo, é um acerto da Band. Choca, causa polêmica, faz rir, é entretenimento puro. Fora que no fundo todos nós adoramos um pouco do luxo, mexe com o imaginário do telespectador. A direção podia ter evitado algumas cenas que causaram constrangimento, como o telefonema de Val para o marido sobre o preço do novo avião ou a cena do filho de Débora Rodrigues sendo acordado pela mãe.  Ficou claro que não tinha marido do outro lado da linha e que o menino não estava dormindo coisa nenhuma. É uma derrapada que quebra a empatia do público com o programa: “Opa isso é falso, é armado!”.  
“Mulheres Ricas” é uma mistura de tudo, tem luxo e lixo. Nada despretensioso, mas pode acabar virando opção para muitos desavisados nestas férias, que vão trocar para a Band nas noites de segunda-feira em busca do CQC. O programa assim como o cartão de crédito de suas participantes pode tudo, pode virar fenômeno, pode afundar, pode manter, mas não passa batido, e a Band começa o  ano acertando!

Permanência de R.R.Soares causa saia justa na Band


Assim como a Globo, Band deve ignorar Olimpíada de Londres
Causou saia justa a renovação do contrato do missionário R.R. Soares com a Band. De acordo com Flávio Ricco, do UOL, o argentino Diego Guebel, ao assumir a direção artística da emissora, recebeu todas as garantias da alta cúpula do canal que o contrato com a igreja não seria renovado.
Em cima disso, se desenvolveu uma nova grade, com a presença da série "24 Horas", e que foi amplamente divulgada durante os intervalos do canal e na imprensa. A série de Jack Bouer foi cancelada sem o mínimo de respeito ao telespectador. Sem qualquer aviso prévio ou novo dia e horário de exibição informados.
Aos 45 minutos do segundo tempo, deu no que deu. O pastor não só ampliou seu tempo no ar de 20 para 50 minutos, como também estendeu o vínculo em cinco anos, até dezembro de 2016, por R$ 6 milhões mensais.
Agora, as atenções se voltam para saber como será a reação de Guebel a esta situação. O argentino encontra-se de férias, mas reassume seu posto nos próximos dias.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

"Morto", Rafinha Bastos aparece de novo no "CQC"

Longe do "CQC" deste setembro, Rafinha Bastos reapareceu no programa na última segunda-feira, 07, durante um matéria realizada por Mônica Iozzi.
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a mais cara do Brasil para ser mantida, tem uma série de projetos esdrúxulos propostos pelos vereadores mais caros do país.  Tem projeto da criação do Dia do Kung Fu, do Banho de Mar de fantasia, criação de serviço exclusivo para verificar o óbito nos hospitais do Rio de Janeiro... E foi nesse último projeto que Rafinha apareceu.
Ao lado de Oscar Filho e Rafael Cortez, Bastos apareceu "morto" fazendo uma dramatização e ilustrando o projeto de lei. A assessoria da Band não comentou o assunto.

RR Soares não sai da Band e quem perde é você

Pelo visto, RR Soares vai continuar com seus cultos nas noites da  Band. Mais uma vez, a emissora preferiu manter o contrato com o dito missionário ao invés de investir em programação própria. A prática já é feita há uns bons anos por quase todas as emissoras em troca dos milhões que jorram das igrejas. O resultado são programas de qualidade questionável empurrados goela abaixo dos telespectadores, que ficam com ainda menos opções na TV aberta. Mas a Band vai mais longe e vende o filé mignon da programação. Aparentemente a empresa ganha com isso, mas nós, certamente perdemos muito.

Por parte da Band, toda a programação próxima ao Show da Fé é prejudicada pela baixa audiência da atração. É difícil lembrar que existe vida na faixa das oito da noite na emissora quando o telespectador está acostumado a ver um programa independente por ali. Alguém aí ouviu falar de Julie e Os Fantasmas? Ou se lembrou de passar pelo canal na reprise do Projeto Fashion? Não, né? Por outro lado, programas como CQC, A Liga e Polícia 24h poderiam dar mais trabalho para as concorrentes, caso herdassem alguns pontos de algum programa anterior, o que não acontece tendo o pastor no horário nobre.

Do lado de cá da TV, somos brindados com mais um sinal do desrespeito das emissoras. A crítica vai para a Band pelo momento oportuno, mas caberia tranquilamente em quase todas as demais. Lembrando que as televisões são concessões públicas, que deveriam prestar serviços à população e não espalhar doutrinas. Se eu quisesse ver um culto, iria a igreja mais próxima de casa, é o que não falta.