Mostrando postagens com marcador Tecmundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecmundo. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de novembro de 2011

Fim do Mundo em 2012 não será por tempestades solares


Ontem nós escapamos de mais uma data escolhida como possível fim do mundo (11/11/11), mas a pior ainda está por vir: 21 de dezembro de 2012, segundo o calendário maia. Pensando nisso, a NASA resolveu acalmar o povo da Terra, afirmando que, se o planeta acabar, não será culpa do Sol.
Em um vídeo publicado pela agência espacial, o doutor Alex Turner avisa que o astro não deve incomodar a Terra pelos próximos bilhões de anos, mesmo que ele ainda não tenha sido totalmente compreendido pelos cientistas.
O que se sabe é que, algum dia, a expansão do Sol deve trazer as chamadas tempestades ou erupções solares para nosso planeta, causando danos bem maiores que simples queimaduras. Na verdade, esses fenômenos acontecem normalmente de acordo com um ciclo, porém em menor escala. O enfraquecimento da atmosfera terrestre também deve contribuir para maiores danos, mas, quando acontecer, isso não será mais um problema seu.

A evolução dos processadores (infográfico)

Infográfico - O tamanho dos processadores [infográfico]

Estamos tão acostumados a pensar nos processadores como sendo o “cérebro” da máquina que, às vezes, nem lembramos que eles também possuem um “órgão vital” em seu interior. Esse componente é o die, um pequeno chip que contém o circuito principal da CPU.
Cabendo na ponta do dedo indicador, o die possui circuitos tão pequenos que requerem uma técnica especial de fabricação. O artigo “Veja como são produzidos os processadores”, de Fábio Jordão, detalha cada etapa do processo, desde a extração do silício até a conclusão do processador.
Parte desse processo consiste na fabricação dos circuitos integrados do die, que se dá por meio de uma técnica conhecida como fotolitografia. Grosso modo, o diagrama de circuitos do processador é “projetado” por luz ultravioleta sobre uma lente. Essa lente, responsável por reduzir drasticamente o tamanho do diagrama, direciona a projeção para o die. A superfície do chip, coberta por um material fotorresistente, retém, então, a imagem dos circuitos.
Com o passar do tempo, essa técnica evoluiu e o ser humano foi capaz de produzir componentes cada vez menores, equiparando-os ao tamanho de vírus e de partes minúsculas de bactérias. Por isso, essa técnica de fabricação possui uma nomenclatura especial e que define, de certa forma, a geração em que ela se encontra.

O que significa ter um processador de 45 nm?

Teoricamente, esse número diz respeito ao tamanho da menor linha encontrada no circuito principal do processador. A primeira geração de microprocessadores, por exemplo, foi construída usando uma técnica de 10 µm. Sendo assim, a menor linha do circuito do Intel 4004 seria um pouco maior do que uma hemácia (glóbulo vermelho).
Vale a pena lembrar que os processadores são compostos por milhões de transistores, espécie de controladores que liberam ou amplificam um sinal elétrico. O Tecmundo possui um artigo mais detalhado sobre esse componente tão essencial.
Na prática, a nomenclatura da técnica de fabricação também define a largura de uma das “perninhas” desses minúsculos transistores. Mais precisamente, ela diz respeito à comporta (gate) do transistor, que pode influenciar, entre outras coisas, a velocidade do componente e o quão perto eles podem ficar uns dos outros.
Porém, com o passar do tempo, essa nomenclatura deixou de ser tão precisa. Por mais que a técnica de 350 nm, por exemplo, produzisse componentes de 380 nm, engenheiros de processo conseguiam aplicar alguns truques à arquitetura para que os circuitos funcionassem como se tivessem 350 nm.
Hoje, com algumas exceções, essa nomenclatura voltou a indicar com mais precisão o tamanho dos componentes (normalmente, a largura da comporta de um transistor). No geral, com a evolução da técnica de produção, os processadores ficam mais rápidos e ganham mais componentes, além de esquentarem menos e consumirem menos energia.

Com qual técnica minha CPU foi criada?

Com CPU-Z é possível descobrir a técnica usada em sua CPU
Existe uma maneira muito prática de descobrir a técnica de produção empregada no processador de uma máquina. Basta instalar o software CPU-Z, que também fornece detalhes sobre a memória e placa-mãe do computador. Ao executá-lo, selecione a aba “CPU” e confira o valor do campo “Technology”, expresso em nanômetros.
Prático, não?


Fonte: Tecmundo
(O Artigo sobre o Adobe também foi do Tecmundo)