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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Arquivos do Google Docs podem ser exportados em massa via Google Takeout


Já é possível baixar todos os seus arquivos do Google Docs via Google Takeout. (Fonte da imagem: Reprodução/Google Takeout)

A partir de agora, você pode fazer o download de todos os documentos existentes em sua conta do Google Docs de uma só vez, usando para isso o serviço Google Takeout. O Takeout, lançado na metade do ano passado, foi desenvolvido por um grupo de engenheiros do Google, o Data Liberation Front, e é focado no gerenciamento dos dados que você guarda nos serviços da empresa.

Graças ao mesmo grupo, você conta agora com um método bem mais simples e prático para fazer backup de tudo o que criou, editou ou armazenou em sua conta do Google Docs. Você pode escolher, individualmente, o formato em que cada tipo de arquivo (documentos, desenhos, apresentações e planilhas) será exportado e então baixar todos em um arquivo único no formato ZIP.


Inocente: Google não tem mais ligação com o Megaupload desde 2007



O processo sobre as atividades criminosas do Megaupload, que levou ao fechamento do site na semana passada, ainda está só começando. A leitura do laudo do governo norte-americano sobre a página de compartilhamentos revelou alguns dados bastante interessantes, como a relação entre os acusados e o Google.

De acordo com o Arstechnica, um dos parágrafos do texto fala que a empresa de Mountain View cortou o pagamento referente aos anúncios publicitários (AdSense) do Megaupload ainda em 2007, quando o Google analisou a página e descobriu vários conteúdos que “infringiam direitos autorais” – em outras palavras, que incentivavam a pirataria.

Desse modo, o Google pode ficar tranquilo, já que não será acusado de nenhum tipo de suporte ao Megaupload – e outros sites similares, já que a empresa tem lutado nos últimos meses para desvincular seu nome de produtos piratas. O site de compartilhamentos, por outro lado, resolveu criar um sistema próprio de publicidade, gerando até mais lucros do que os obtidos com o serviço antipirataria.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Anonymous invade site da Anatel e da Prefeitura de São Paulo


 
(Fonte da imagem: Reprodução/Twitter)

Desde ontem, o Anonymous está derrubando sites em protesto à chamada operação Pinheirinho, ação da polícia que ordena a desocupação de terras em São José dos Campos, SP. Na noite de hoje (24), o grupo invadiu os sites da Prefeitura de São Paulo, do Tribunal de Justiça de São Paulo e da Anatel

Além de atacarem o site da Agência Nacional de Telecomunicações, os hackers tiveram acesso a uma lista de compras do orgão, que foi publicada no PasteBin. Entre os itens listados estão câmeras de 10 MP (a um custo total de R$ 2.799,99), assinaturas do jornal O Estado de São Paulo (R$ 20.185,02) e coletes a prova de balas (R$ 1.082.782,39). Esta ação especifica foi atribuída ao perfil do Twitter@AnonymouBrasil


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Esqueça os domínios ".com" e ".br": uma revolução na internet vem aí


A ICANN comemora a revolução. (Fonte da imagem: Roslan Rahman/France-Presse )
    

A ICANN, uma agência independente que cuida dos registros de nomes e números na internet, revelou que a internet está prestes a ser revolucionada. Isso porque a companhia já está aceitando pedidos de mudanças de nome para endereços online. Mas não pense que estamos falando de uma simples migração: com o novo sistema, os nomes são muito mais personalizáveis.

Basicamente, os padrões atuais, como “.com” e “.net”, assim como os utilizados para identificar cada país, como “.br” e “.us”, devem ser deixados de lado por muitas grandes empresas. Com a nova solução da ICANN, as empresas podem obter uma “terminação” ou “sufixo” no nome de seu site, seja algo relacionado à marca, como “.baixaki” ou “.cocacola”, ou a um determinado produto, como “.xbox360” ou “.ipad”.

Trocar de nome, entretanto, não será nada barato: US$ 185 mil para a mudança e US$ 25 mil anuais para manutenção. Segundo a companhia, a ampliação foi necessária para atender ao gigantesco número de internautas na atualidade, que somam mais de 2 bilhões de pessoas no mundo.

Hoje, a internet conta com o sistema de padrões IPv4, que possibilita que até 4 bilhões de endereços existam no mundo virtual. Com o novo padrão, o IPv6, teremos cerca de 340 undecilhões de endereços (isso é 340 vezes o número 10^36).